Psicoterapia baseada em evidências, com escuta profunda e acolhimento genuíno. Online e presencial.
CRP 06/210526 · CRP 11/IS262
Muitas pessoas chegam à terapia depois de tentar lidar sozinhas por muito tempo. A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender padrões emocionais e construir novas formas de viver.
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Psicóloga Clínica · Sexóloga · Neuropsicóloga
A escolha pela psicologia nasceu de uma curiosidade genuína: entender por que as pessoas sentem o que sentem e como é possível transformar isso. Ao longo dos anos, desenvolvi uma prática que alia rigor científico a uma escuta verdadeiramente acolhedora.
Atuo com abordagens baseadas em evidências, TCC, ACT e DBT, sempre com olhar personalizado. Acredito que a psicoterapia é um processo de autoconhecimento que transforma não apenas como nos sentimos, mas como vivemos.
Atendo de forma presencial em Fortaleza e online para todo o Brasil.
Identifica e transforma padrões de pensamento disfuncionais que mantêm o sofrimento emocional.
Desenvolve flexibilidade psicológica e alinhamento com seus valores mais profundos.
Habilidades práticas de regulação emocional, tolerância ao sofrimento e efetividade interpessoal.
Visão ampla dos processos comuns a múltiplos transtornos para um cuidado mais completo.
Atendimento clínico individual online e presencial para ansiedade, depressão, transtornos emocionais e autoconhecimento.
Saiba maisEspaço seguro para explorar sexualidade, desejo, intimidade e autoconhecimento sexual com abordagem científica.
Saiba maisDiagnóstico especializado para TEA e TDAH com testes psicológicos, entrevistas clínicas e laudo completo.
Saiba maisLaudos para cirurgia bariátrica, vasectomia e outros procedimentos com critérios técnicos rigorosos.
Saiba maisSessões por videochamada com a mesma qualidade do presencial. Disponível para todo o Brasil.
AgendarDois consultórios na Aldeota com ambiente acolhedor e privativo para o seu processo terapêutico.
Ver endereçosCada processo é único, mas a estrutura a seguir orienta como trabalhamos juntos para promover mudança real e duradoura.
Entender o que está acontecendo emocionalmente e criar um espaço seguro de expressão.
Mapear padrões de pensamento e comportamento que mantêm o ciclo de sofrimento.
Desenvolver estratégias práticas para lidar com emoções de forma mais saudável.
"A Carla criou um espaço seguro onde pude compartilhar meus sentimentos sem julgamentos. Sua abordagem me ajudou a entender minhas emoções e lidar com a ansiedade. Estou muito mais confiante hoje."
"Estava passando por uma fase muito difícil e a Carla me ajudou a encontrar clareza e novos caminhos. As sessões online funcionaram perfeitamente. Recomendo de todo coração."
"A Carla é empática, tem escuta ativa e é muito acolhedora. Me sinto ouvida e validada em todo o processo terapêutico. Suas observações são assertivas e trouxeram muita consciência sobre mim."
Escolha a modalidade, o dia e o horário que melhor se encaixam na sua rotina. O processo é simples e leva menos de dois minutos.
O primeiro passo pode ser o mais difícil, mas também o mais transformador.
Verificar disponibilidadeDois consultórios no coração da Aldeota, Fortaleza. Atendimento também online para todo o Brasil.
Sala 201 · Aldeota · Fortaleza – CE
Prefere confirmar pelo WhatsApp antes de vir?
💬 Confirmar pelo WhatsAppArtigos sobre saúde mental, relacionamentos e autoconhecimento.
A ansiedade faz parte da vida, mas quando se torna constante, ela pode estar pedindo atenção.
Os padrões repetitivos nos relacionamentos têm raízes profundas na nossa história emocional.
Oscilações de humor são comuns, mas o transtorno bipolar tem características muito específicas.
A falta de desejo sexual é mais comum do que parece, e tem múltiplas origens emocionais e relacionais.
Muitos adultos chegam ao diagnóstico de TEA tardiamente. Reconhecer os sinais pode transformar a autocompreensão.
A psicoterapia não elimina as emoções difíceis, ela transforma a forma como nos relacionamos com elas.
A ansiedade faz parte da experiência humana, mas quando ela passa a dominar a vida, é sinal de que o corpo e a mente estão pedindo ajuda.
Ansiedade é uma resposta do organismo ao perigo. Ela existe para nos proteger: acelera o coração, aguça os sentidos, prepara o corpo para agir. O problema começa quando esse sistema de alarme dispara sem ameaça real, ou quando não consegue mais se desligar.
A pessoa ansiosa não está exagerando. Não está sendo fraca. O sistema nervoso dela está funcionando em modo de emergência de forma crônica, o que é fisicamente exaustivo e emocionalmente devastador.
A linha entre ansiedade normal e transtorno de ansiedade está na intensidade, na frequência e no impacto na vida. Quando a ansiedade começa a interferir no trabalho, nos relacionamentos, no sono, na capacidade de tomar decisões simples — ela precisa de atenção profissional.
Os transtornos de ansiedade mais comuns incluem o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), o Transtorno do Pânico, a Fobia Social e as Fobias Específicas. Cada um tem características próprias, mas todos compartilham o mesmo núcleo: um medo que não corresponde à realidade, mas que o sistema nervoso trata como absolutamente real.
Preocupação excessiva e difícil de controlar. Tensão muscular constante. Dificuldade para dormir ou sono que não descansa. Irritabilidade sem motivo aparente. Dificuldade de concentração. Sintomas físicos como taquicardia, falta de ar, formigamento. Evitar situações por medo do que pode acontecer.
Se você se reconhece em mais de dois desses sinais de forma persistente, a terapia pode mudar muito a sua qualidade de vida.
A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) é a abordagem com maior evidência científica para transtornos de ansiedade. Ela trabalha na identificação e reestruturação dos padrões de pensamento que alimentam a ansiedade, e na mudança gradual dos comportamentos de evitação que a mantêm.
A ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso) complementa esse trabalho ajudando a pessoa a mudar a relação com os pensamentos ansiosos: em vez de lutar contra eles, aprender a observá-los sem ser dominada por eles.
O resultado não é eliminar a ansiedade. É recuperar a capacidade de viver com plenitude mesmo quando ela aparece.
"Ansiedade não é fraqueza de caráter. É um sistema de proteção que esqueceu como se desligar. E isso tem tratamento."
Não é azar. Não é falta de opção. É o seu padrão de apego funcionando exatamente como foi programado — e a boa notícia é que padrões podem mudar.
Desde os primeiros anos de vida, o nosso cérebro cria um mapa interno de como os relacionamentos funcionam. Esse mapa é baseado nas experiências com nossos cuidadores: como eles respondiam quando precisávamos, se eram previsíveis ou erráticos, se o afeto era condicional ou incondicional.
Esse mapa não fica na infância. Ele nos acompanha para a vida adulta e serve de referência inconsciente quando escolhemos parceiros, quando reagimos a conflitos, quando toleramos o intolerável ou quando sabotamos o que nos faz bem.
A teoria do apego, desenvolvida por John Bowlby e ampliada por Mary Ainsworth, descreve quatro estilos principais: seguro, ansioso, evitativo e desorganizado. A maioria das pessoas que chegam à terapia com queixas relacionais tem apego ansioso ou evitativo.
Quem tem apego ansioso tende a se apegar rapidamente, sentir ciúme intenso, ter medo constante do abandono e interpretar distância como rejeição. Quem tem apego evitativo tende a valorizar excessivamente a independência, ter dificuldade de intimidade real e se afastar quando o relacionamento começa a aprofundar.
O que muitas vezes acontece? Ansiosos e evitativos se atraem mutuamente, criando um ciclo que confirma os medos de ambos.
Uma das confusões mais comuns é entre amor e dependência emocional. A dependência emocional se disfarça de amor intenso, mas tem características distintas: medo paralisante de perder a pessoa, perda de identidade dentro do relacionamento, tolerância a comportamentos prejudiciais em nome da "intensidade", sensação de que não consegue viver sem o outro.
O amor saudável tem espaço para a individualidade. A dependência emocional não suporta ausência.
A psicoterapia não garante que você vai encontrar a pessoa certa. Mas ela muda o que você busca, o que você tolera e o que você consegue construir. Quando você entende seu padrão de apego, você começa a fazer escolhas conscientes em vez de repetir o roteiro que foi escrito para você antes de você ter idade para escolher.
"Você não escolhe com quem se apaixona. Mas você pode escolher o que faz com isso."
Todo mundo tem dias bons e dias ruins. Mas o Transtorno Bipolar é outra coisa — e confundir os dois pode custar anos de diagnóstico e tratamento adequado.
Humor varia. Todo ser humano acorda melhor alguns dias, pior outros. Reagimos às circunstâncias, às notícias, ao sono, à alimentação, às interações. Isso é fisiológico e esperado. O problema é quando essas variações deixam de ser reações proporcionais ao ambiente e passam a ser episódios que assumem uma vida própria, independente do que está acontecendo lá fora.
O Transtorno Bipolar é marcado pela alternância entre episódios de mania (ou hipomania, no Tipo II) e episódios depressivos. O episódio maníaco não é "estar feliz demais". É uma alteração de humor com grandiosidade, necessidade reduzida de sono sem cansaço, pensamento acelerado, impulsividade, decisões de risco, irritabilidade intensa. A pessoa muitas vezes não reconhece que algo está errado justamente porque se sente extraordinariamente bem ou poderosa.
O episódio depressivo bipolar pode ser clinicamente indistinguível de uma depressão unipolar, o que torna o diagnóstico ainda mais complexo, e perigoso quando tratado incorretamente.
A média de tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico correto de Transtorno Bipolar é de 6 a 10 anos. Isso acontece porque os episódios depressivos chegam primeiro com mais frequência, porque a mania é muitas vezes vivida como produtividade ou criatividade, e porque a avaliação adequada exige tempo e um olhar longitudinal, não uma consulta isolada.
A avaliação psicológica e neuropsicológica tem papel importante nesse contexto: mapeia o funcionamento cognitivo, o perfil emocional e ajuda a compor o quadro clínico de forma mais completa.
Uma das confusões mais prejudiciais é usar "bipolar" como adjetivo de personalidade para descrever alguém instável ou imprevisível. O Transtorno Bipolar é uma condição neurobiológica que responde a tratamento. Não é quem a pessoa é. É algo que a pessoa tem — e que, com o suporte certo, pode ser bem manejado.
"Diagnóstico correto não é rótulo. É o começo do caminho certo."
Quando o desejo some ou diminui dentro de um relacionamento, a primeira reação costuma ser catastrofizar — sobre si mesmo, sobre o parceiro, sobre o futuro do casal. Quase sempre, a realidade é mais complexa e mais tratável do que parece.
Existe uma expectativa cultural irrealista de que o desejo sexual deve ser espontâneo, intenso e consistente ao longo de toda a vida a dois. Essa expectativa ignora como o desejo realmente funciona para a maioria das pessoas, especialmente mulheres.
Emily Nagoski, pesquisadora da sexualidade humana, descreve dois sistemas que regulam o desejo: o acelerador (que responde a estímulos eróticos) e o freio (que responde a ameaças, estresse, vergonha, dor). Para muitas pessoas, o problema não é falta de acelerador — é freio demais.
Estresse crônico é um dos maiores inibidores do desejo. Quando o sistema nervoso está em modo de sobrevivência, o sexo vira prioridade baixíssima — fisiologicamente falando. Ansiedade, depressão, burnout, luto: todos afetam a libido de forma direta.
No contexto relacional, conflitos não resolvidos, ressentimentos acumulados, comunicação comprometida e desequilíbrio de poder dentro do casal criam uma distância emocional que inevitavelmente chega ao quarto. Intimidade emocional e intimidade sexual estão profundamente conectadas para a maioria das pessoas.
A terapia sexual é indicada quando a queixa persiste e causa sofrimento significativo, quando há discrepância de desejo entre os parceiros gerando conflito, quando existem dores físicas associadas à relação sexual (dispareunia, vaginismo), quando há dificuldades de resposta sexual (disfunção erétil, dificuldade de orgasmo) ou quando há comportamentos sexuais que causam sofrimento ou prejudicam a vida da pessoa.
A sexologia clínica não trata só do ato sexual. Trata da sexualidade como dimensão humana: identidade, prazer, vínculos, limites, comunicação.
"Sexualidade saudável não é performance. É presença, comunicação e conexão real."
Muitos adultos passaram a vida inteira achando que eram estranhos, difíceis, sensíveis demais ou de menos. Para alguns, o diagnóstico de TEA adulto é a primeira vez que algo faz sentido.
Durante décadas, o autismo foi associado a uma imagem muito específica e restrita: criança, do sexo masculino, com comprometimento severo da comunicação. Isso deixou de fora uma parcela enorme da população com TEA de nível 1 (anteriormente chamado de Síndrome de Asperger), mulheres, pessoas que aprenderam a mascarar muito cedo e todos que cresceram antes do diagnóstico ser mais amplamente compreendido.
Mascaramento é o processo pelo qual pessoas autistas aprendem a imitar comportamentos neurotípicos para se encaixar socialmente. Copiam expressões faciais, ensaiam conversas, decoram scripts sociais, suprimem estereotipias. O resultado é que parecem "normais" para quem está de fora — e completamente exaustas por dentro.
O mascaramento crônico está associado a altas taxas de ansiedade, depressão, burnout autístico e dificuldade de autoconhecimento. A pessoa não sabe mais distinguir o que é genuinamente ela e o que é performance aprendida.
Dificuldade persistente em interações sociais que não melhora com experiência. Sensibilidade sensorial intensa (sons, texturas, luzes). Interesses muito específicos e aprofundados. Necessidade de rotina e desconforto intenso com mudanças. Dificuldade em interpretar linguagem não literal. Fadiga social extrema mesmo em situações aparentemente simples. Sensação de ser "de outro planeta" em grupos.
O diagnóstico de TEA em adultos requer uma avaliação abrangente, que inclui entrevista clínica detalhada, aplicação de instrumentos padronizados, análise do histórico de desenvolvimento e, muitas vezes, entrevista com familiar próximo. A avaliação neuropsicológica completa esse mapa, identificando o perfil cognitivo específico da pessoa.
O diagnóstico não muda quem a pessoa é. Mas muda radicalmente como ela se entende — e isso abre espaço para um nível completamente diferente de autocompaixão e cuidado.
"Você não é difícil. Você é diferente. E diferença não precisa de cura — precisa de compreensão."
A psicoterapia não elimina as emoções difíceis. Ela transforma a forma como nos relacionamos com elas — e essa distinção muda tudo.
A maioria das pessoas chega à terapia com uma expectativa implícita: quero parar de sentir isso que estou sentindo. Parar de sentir raiva, medo, tristeza, vergonha. E é completamente compreensível — essas emoções doem.
O problema é que suprimir emoções não as elimina. Pesquisas em neurociência mostram que quando tentamos suprimir um sentimento, a ativação da amígdala (centro emocional do cérebro) aumenta. A emoção se intensifica. E o esforço de manter a supressão consome uma quantidade enorme de energia cognitiva.
Regulação emocional não significa não sentir. Significa ter recursos internos para processar o que sente sem ser dominado por isso. Significa que quando a raiva surge, você consegue reconhecê-la, entender o que ela está comunicando e escolher como responder — em vez de apenas reagir ou engolir.
Essa habilidade não é inata para todo mundo. Para muitas pessoas, especialmente aquelas que cresceram em ambientes onde emoções não eram bem-vindas, ela precisa ser aprendida. E isso é exatamente o que acontece na terapia.
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) propõe uma mudança de relação com os pensamentos e emoções. Em vez de tentar mudar o conteúdo do que você pensa e sente, o objetivo é mudar a função que esses conteúdos têm na sua vida. Você aprende a observar seus pensamentos sem ser fundido com eles. A sentir suas emoções sem ser governado por elas.
O resultado não é indiferença. É flexibilidade psicológica: a capacidade de se mover em direção ao que importa para você mesmo quando sentimentos difíceis estão presentes.
Pessoas que desenvolvem regulação emocional através da terapia relatam: menos reatividade em conflitos, maior capacidade de tolerar incerteza, relações mais satisfatórias, tomada de decisão mais alinhada com seus valores reais, e uma relação com si mesmas muito mais gentil. Não porque os problemas sumiram. Mas porque a pessoa cresceu em relação a eles.
"Você não precisa parar de sentir. Você precisa aprender a sentir sem se perder."
Psicóloga Clínica · Sexóloga · Neuropsicóloga
CRP 06/210526 · CRP 11/IS262
A minha história com a mente humana começa antes mesmo da psicologia. Me formei em Publicidade e Propaganda porque sempre fui fascinada por comportamento, por por que as pessoas fazem o que fazem, escolhem o que escolhem, sentem o que sentem. Só que em algum ponto ficou claro que o que eu realmente queria era ir mais fundo.
Entrei na Medicina. Fiquei três anos. Saí. Não porque não conseguia, mas porque dentro daquele curso, entre anatomia e protocolos, eu ficava pensando na cabeça das pessoas, não no corpo. Voltei para a psicologia sem arrependimento nenhum, e foi a melhor decisão da minha vida.
Não de um jeito poético, distante. De um jeito real, concreto, que eu vejo acontecer nas sessões. Vejo pessoas que chegaram completamente perdidas construírem uma versão delas mesmas que nem sabiam que existia. Isso não é exagero. É o que a psicoterapia pode fazer quando é feita com seriedade e sem fórmula pronta.
Não acredito em clínica engessada. Não acredito que existe um jeito único de fazer terapia, um roteiro que serve para todo mundo. Cada pessoa que senta na minha frente tem uma história diferente, uma dor diferente, um ritmo diferente. Meu trabalho é entender esse ritmo, não encaixar o paciente em um protocolo.
Sempre me atraíram os casos que outros profissionais consideram difíceis. Pacientes com transtornos de personalidade, quadros complexos, histórias pesadas, resistências grandes. A maioria dos colegas desvia. Eu vou na direção.
Não porque sou heróica. Porque genuinamente me motiva ver a melhora em quem foi abandonado pelo sistema, em quem ouviu que não tinha jeito, em quem passou anos achando que o problema era ele. Quando essa pessoa começa a mudar, quando ela mesma percebe que é capaz, não tem nada parecido com isso.
Sou uma das poucas psicólogas em Fortaleza que trabalha com o Modelo Transdiagnóstico de forma consistente. E eu explico o que significa porque a maioria nunca ouviu falar.
A psicologia tradicional trata diagnósticos como caixas separadas: ansiedade aqui, depressão ali, borderline acolá. O Modelo Transdiagnóstico parte de uma premissa diferente: por baixo de quase todos os transtornos emocionais existem os mesmos processos psicológicos fundamentais, como regulação emocional, evitação, ruminação, hipervigilância.
Em vez de tratar o diagnóstico, tratamos esses processos. Isso significa que uma pessoa com TAG, outra com fobia social e outra com depressão podem se beneficiar das mesmas intervenções centrais, adaptadas para cada uma. O tratamento fica mais eficaz, mais flexível e mais humano. Menos rótulo, mais pessoa.
Essa abordagem integra TCC, ACT e DBT de forma inteligente, sem rigidez, escolhendo o que funciona para cada momento do processo terapêutico.
"Eu não quero que você aprenda a sobreviver. Quero que você aprenda a viver, com tudo que isso implica, inclusive as partes difíceis."
Uma formação ampla e continuamente atualizada.
Terapia Cognitivo-Comportamental, base da prática clínica científica.
Ênfase em dependência química e redução de danos associada à TCC.
Sexologia clínica com abordagem científica e ética.
Atuação em contextos de saúde e doenças crônicas.
Avaliação psicológica para habilitação e readaptação.
Avaliação para TEA, TDAH e transtornos do neurodesenvolvimento.
Um espaço seguro para compreender suas emoções e construir uma vida com mais equilíbrio.
A psicoterapia é um processo estruturado, baseado em ciência, que ajuda você a compreender como sua mente funciona, e como mudar aquilo que está gerando sofrimento.
Um espaço livre de julgamentos para explorar sua sexualidade com profundidade e ciência.
A sexualidade é uma dimensão fundamental da vida humana, e também uma das que mais carregam silêncios e dificuldades não resolvidas. A terapia sexual oferece um espaço seguro para abordar esses temas com liberdade, ética e rigor científico.
Diagnóstico preciso para TEA e TDAH com processo completo, técnico e humanizado.
A avaliação neuropsicológica investiga o funcionamento cognitivo e comportamental de uma pessoa, identificando padrões que podem indicar presença de transtornos do neurodesenvolvimento.
1. Entrevista clínica, história de vida, desenvolvimento e contexto familiar.
2. Testes psicológicos, instrumentos padronizados e validados.
3. Laudo e devolutiva, relatório técnico completo com orientações.
Laudos técnicos com rigor científico para procedimentos que exigem avaliação psicológica.
Realizo avaliações completas seguindo critérios técnicos e científicos rigorosos, em conformidade com as diretrizes do CFP.
O processo inclui entrevistas clínicas estruturadas, aplicação de instrumentos psicológicos validados e elaboração de laudo técnico detalhado.